O corpo que dança no terreno de outro corpo. A tristeza sublime que obriga a amar mesmo sabendo que o amanhã trará o fardo da amargura que se estende na língua. Ser-se nobre por encomenda na perspectiva de deixar ossos na cela do espírito. A palavra que jamais é em vão. O significado implícito de cada uma delas, mesmo que apenas na nossa mente reclusa. A morte que chega sempre com algo por realizar. A caminho de alguém. O vazio. O vácuo que fica no corpo que desfalece para não mais acordar; a intercorrência da pena capital que vê o olho fechar, tímida, e a encara. A ela; essa que não escapa nunca aos dedos da terra.
terça-feira, outubro 2
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1 comentário:
O "homem" conquista vitória sempre quando ama, quando vai além de si mesmo, quando ultrapassa o seu "eu", a sua imperfeição. Mesmo desconhecendo o amanhã, vale a pena tentar, lutar e quiça ficar...
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