Já amei a descoberta e a carne. Já amei o aspecto e a posse. Já amei o intelecto e a novidade. Amo a essência pura de uma alma que brilha. Amo o irreproduzível. Amo o que não se alcança com a inteligência, não se descobre em algures, não se possui pelo desejo de se ter, simplesmente. O gesto carinhoso e melífluo da mão que embala o dia. A razão de ser pelo ensejo de cuidar de uma flor dita frágil. A lentidão da noite que encobre a cavalgada lenta e suada. O odor que paira no ar. A sensação de plenitude. Saber que se caminha para um fim, inexoravelmente; amando cada vez mais essa doce inevitabilidade. Apenas porque existe.
sexta-feira, setembro 21
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1 comentário:
«O gesto carinhoso e melífluo da mão que embala o dia. A razão de ser pelo ensejo de cuidar de uma flor dita frágil. A lentidão da noite que encobre a cavalgada lenta e suada.»
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Brilhante... como tu!
KISS
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