segunda-feira, agosto 20

Linhas interiores

Um diário de bordo. Criação de estilos (ou falta deles) neste mundo oligárquico que é o meu cérebro. Encarar realidades e falar sobre elas. Acender uma lâmpada de 60 watt (só para os mais capazes e atentos). Escrever o pensamento. Dedilhar as convicções. Reflectir momentos. Ser igual a mim próprio e deixar-me levar pelo pensamento. Ausência de regras, de parágrafos, de preciosismos. Voar. Sem contextos; apenas conteúdos. Semelhanças ou diferenças (latentes). Sucessão de letras sem a forma. Espírito. Citar: «O resto, todo o imenso resto, faz parte do mundo ilusório que preenche de forma inelutável as nossas vidas.»

3 comentários:

Anónimo disse...

Não poderia deixar de felicitar "um pai pelo nascimento de mais um filho".

(mais uma vez)... Parabéns meu caro amigo

Grande Abraço.

Killy

Anónimo disse...

"Tenho um grande respeito pela literatura, mas não a sacralizo.Creio que a literatura tem uma função: serve de ponto de compreensão entre as pessoas, e isso pode ser muito intenso e muito humano. Tenho a certeza que, em cada mil leitores que tenho, um vai interessar-se muito activamente pelo que escrevo- e vai querer tomar parte. Se só um o fizer, isso basta-me, já é conseguir alguma coisa. Depois, assim como tenho respeito pela literatura tenho respeito pelo leitor. E por isso tenho o dever de me mostrar perante o leitor tal como me mostro frente à vida."
Luis Sepúlveda

Por momentos pensei...

Anónimo disse...

Esse é sem dúvida :Gustavo de Abreu Simões!

* A descrição na perfeição.